Notícias |
- Exército seguirá no ES até o fim da greve da PM, diz ministro
- Mulheres de PMs mantêm protesto em 29 quartéis no RJ
- Daniela Thomas faz bela estreia solo em “Vazante”
- Trump pode emitir novo decreto para barrar imigrantes muçulmanos
- Uma visita ao Observatório Sul-Europeu (ESO)
- Crise no ES: ‘Policiais devem honrar a farda’, diz ministro
- Delegado deixa a Lava Jato e assume corregedoria no ES
- UFC 208: nova chance para Anderson Silva
- Laudos mostram que Luiza Brunet teve costelas fraturadas
- Espírito Santo permanece sem policiamento, mesmo após acordo
- Mas afinal, para que serve o STF?
- Os últimos anos do homem com hora marcada para morrer
- Os assessores radicais que fazem a cabeça de Trump
- Perícia mostra que contrato do tríplex foi rasurado
- IMPERDÍVEL: Dutch Uncles reforça a que veio em novo álbum
- IMPERDÍVEL: ‘Toni Erdmann’ leva ao Oscar o drama que se diz humor
- IMPERDÍVEL: Coleção traz obra completa de Padre António Vieira
- IMPERDÍVEL: Sexta e última temporada de ‘Girls’ estreia na HBO
- IMPERDÍVEL: Produção de Cícero Dias tem retrospectiva em Brasília
- IMPERDÍVEL: Rir de si próprio é o trunfo de ‘LEGO Batman’
| Exército seguirá no ES até o fim da greve da PM, diz ministro Posted: 11 Feb 2017 09:59 AM PST Após o fracasso das tentativas de acordo com associações da Polícia Militar do Espírito Santo, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, voltou a afirmar neste sábado que as Forças Armadas vão permanecer nas ruas de Vitória até o término “da greve ilegal” e ofereceu os quartéis do Exército para dar suporte aos policiais que queiram retornar ao trabalho. “Não sairemos daqui enquanto não se resolver essa greve ilegal”, disse Jungmann, após uma reunião com autoridades do governo capixaba e com os ministros Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e José Levy do Amaral (Justiça) e o general Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional). O titular da Defesa também fez um apelo para as mulheres dos policiais que bloqueiam o acesso aos batalhões que “não levem seus companheiros para uma armadilha”. Mais cedo, ele havia afirmado que os PMs devem “honrar a farda que vestem”. O Exército e a Força Nacional de Segurança destacaram 3.130 homens, além de três helicópteros, sete blindados e 180 carros para patrulhar as ruas da capital capixaba – número que, segundo o ministro da Defesa, é superior ao efetivo do Estado que cruzou os braços desde sábado passado. Hoje, Jungmann disse que os quartéis do Exército no Estado estão abertos caso parte dos PMs queiram abastecer carros ou pernoitar. Ele disse que os policiais que não aderiram à greve vivem dias de “encarceramento”, vítimas de “radicais que não têm o que perder”. Sem policiais nas ruas, a capital capixaba vive uma onda de violência, com saques, assaltos e mais de 120 homicídios contabilizados desde o último sábado. O comércio não abriu as portas durante a semana, as empresas de ônibus fecharam as garagens e a volta às aulas foi adiada. CriseNa noite desta sexta-feira, o governo capixaba chegou a firmar um acordo com associações da Polícia Militar, mas o estado amanheceu sem policiamento neste sábado. Grupos de mulheres dos policiais continuam acampadas em frente ao Quartel Central da corporação, em Vitória, impedindo, assim, a saída dos militares. O acordo previa que os PMs estariam de volta às ruas às 7 horas da manhã deste sábado. Uma fila de carros chegou a se formar na saída do batalhão e alguns policiais fardados tentaram negociar com os familiares. Diante da negativa de liberar o portão, carros e soldados voltaram para dentro do quartel. Presidentes de três associações ligadas à polícia militar e aos bombeiros assinaram, na noite de sexta, documento que previa o fim da greve, que já dura mais de uma semana. A negociação terminou sem reajuste salarial para a categoria, que pedia aumento de 47%, mas o governo havia prometido desistir de ações judiciais contra as associações, caso o acordo fosse cumprido. Agora, diante da continuidade do motim, os policiais estão sujeitos ao indiciamento pelo crime militar de revolta, que leva à expulsão e tem pena prevista de oito a 20 anos de prisão. As mulheres dos PMs dizem que as associações que firmaram o acordo não as representa, reclamam de não terem sido convidadas para a reunião e reforçam que esse é um movimento dos familiares, não de instituições. Arquivado em:Brasil |
| Mulheres de PMs mantêm protesto em 29 quartéis no RJ Posted: 11 Feb 2017 09:06 AM PST O protesto de mulheres de policias militares na porta de batalhões da PM do Rio de Janeiro continua neste sábado e atinge 29 quartéis e unidades da corporação no Estado. O comando da PM, entretanto, informou que considera a situação sob controle e que 97 % do efetivo previsto está nas ruas. “A situação é de total controle, apesar de muitos eventos na cidade, como blocos de carnaval, campeonato estadual de futebol, além do patrulhamento ostensivo rotineiro. Está tudo funcionando. Há algum tipo de problema em cinco batalhões, em que há bloqueios e estamos usando helicópteros para retirar os policiais”, disse o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão. As manifestações de mulheres de policiais começaram na noite de quinta-feira em um ato que visa a chamar a atenção para o atraso no pagamento de salários e premiações dos PMs. Desde o início da mobilização, foram registrados protestos em 30 unidades da PM no Estado. Em alguns quartéis, há bloqueio nas entradas que impedem a saída de viaturas. “A polícia não parou, não vai parar e tenho apoios importantes para proteger a sociedade”, disse o secretário de segurança do Estado, Roberto Sá, na noite de sexta-feira. Para tentar driblar o ato, algumas trocas de turno, refeições e abastecimento de viaturas acontecem fora dos batalhões. Ainda nesse sábado deve ocorrer uma reunião entre o comando da corporação e líderes do movimento para tentar um acordo. “A Polícia Militar reitera que respeita o direito democrático de manifestação pacífica, mas é fundamental que as formas de buscar os nossos direitos não impeçam o ir e vir dos nossos policiais, nem coloquem em risco as nossas vidas, dos nossos familiares e de toda a população”, informou a PM em nota oficial. (Com a Reuters) Arquivado em:Brasil |
| Daniela Thomas faz bela estreia solo em “Vazante” Posted: 11 Feb 2017 08:13 AM PST (Inti Briones/Reprodução)" description=""> (Ricardo Teles/Reprodução)" description=""> (Ricardo Teles/Reprodução)" description=""> (Ricardo Teles/Reprodução)" description=""> (Ricardo Teles/Reprodução)" description="">Daniela Thomas gosta de trabalhar em parceria. Foi assim que codirigiu Terra Estrangeira (1996), O Primeiro Dia (1998) e Linha de Passe (2007), com Walter Salles, e Insolação (2010), com Felipe Hirsch. Mas ela, que não é de ter os próximos projetos na ponta da língua, cultivava havia muitos anos uma ideia. "Foi uma história contada por meu pai", disse ao site da VEJA, referindo-se ao cartunista e escritor Ziraldo. Girava em torno de um homem de meia idade que não gostava de usar sapatos e se casou com uma menina de 12 anos, dando-lhe bonecas até que seu corpo de criança estivesse pronto a gerar filhos. Ainda assim, precisou de um empurrãozinho de Beto Amaral, que produziu Insolação. Ele a pressionou para produzir seu primeiro projeto individual no cinema. Juntos, acabaram escrevendo o roteiro e dando forma àquilo que era apenas vontade. Assim nasceu Vazante, exibido na mostra Panorama do 67º Festival de Berlim. Em 1821, às vésperas da independência do Brasil, António (Adriano Carvalho) é um tropeiro português que gosta de colocar o pé na terra e que herdou da família da mulher uma fazenda cujos dias de glória ficaram para trás. Os diamantes não estão mais lá. Ao chegar de uma de suas longas viagens, descobre que a mulher e o filho que esperava morreram no parto. Homem de poucas palavras, António parte, tentando curar a dor sabe-se onde. Ficam na fazenda seus escravos, inclusive um grupo novo e rebelde que não fala banto, a língua dos outros. Jeremias (Fabrício Boliveira), negro alforriado já nascido no Brasil, fica encarregado de colocá-los na linha, ao mesmo tempo em que ensina os outros a cultivar a terra, em vez de garimpar. Enquanto isso, o cunhado de António, Bartholomeu (Roberto Audio), numa situação modesta depois do casamento da irmã, e é pressionado pela mulher, Dona Ondina (Sandra Corveloni), a aceitar uma mudança para a cidade. Estão numa posição desconfortável, sendo obrigados a aceitar quando António propõe se casar com a filha mais nova do casal, Beatriz (Luana Nastas), de apenas 12 anos. O filme aposta numa estrutura narrativa arriscada, em que o protagonista some de vez em quando, dando espaço a outros personagens e grupos e, no fundo, ao lugar. "Pensei muito num folhetim, como os de José de Alencar", disse Daniela Thomas. Mas os tempos são alongados, buscando reproduzir o lento passar das horas na época, quando viajar significava perder contato com seu mundo durante semanas ou meses. Só depois de mergulhar o espectador nesse universo, Daniela Thomas usa os elementos comuns dos folhetins, das novelas, com um crescendo no drama que termina com choque. Tal estrutura narrativa exige do espectador e não funciona sempre, principalmente para quem espera um desenvolvimento mais profundo dos personagens. O filme, de poucas palavras, deixa muitas lacunas. É melhor pensar nele como um retrato de um lugar em transição e de uma época, cujos reflexos ainda são percebidos no Brasil de hoje. "Sempre gostei de história", explicou a diretora. "É impressionante como algumas coisas se mantêm, como a estrutura patriarcal", completou. Uma das cenas mais impressionantes é quando António faz uma visita de surpresa à casa de Bartholomeu e, enquanto os homens comem à mesa, as mulheres ficam sentadas nos cantos, nas sombras. Em compensação, "Vazante" é em termos visuais o filme mais deslumbrante do Festival de Berlim até agora. Mas sem exibicionismo, com razão de ser. Daniela Thomas quis rodar em preto e branco para não dar margem a qualquer discussão sobre a autenticidade ou opiniões sobre a palheta de cores – a fotografia belíssima de Inti Briones capta a natureza rude que quer expulsar aquelas pessoas dali. "Queria que fosse o mais realista possível", disse a diretora. A ideia perpassou toda a produção, da escolha da fazenda original do século 18, cercada de montanhas, até a construção das casas da senzala. "Jamais imaginei que ia encontrar essas locações", contou Daniela. O elenco negro foi composto por pessoas das comunidades quilombolas da região Diamantina, bem como de refugiados da África Subsaariana de São Paulo, indicados pelo ator Toumani Kouyate. As roupas criadas pelo figurinista Cassio Brasil foram todas feitas a mão. A direção de arte de Valdy Lopes Jr. não tenta embelezar nada artificialmente. O som feito pelo português Vasco Pimentel abdica da música e é feito de zumbidos de insetos, canto de pássaros, badalar dos sinos do gado e, principalmente, do ranger dos carros de boi. "Fiquei emocionada de poder usá-los, porque para mim seu som é tipicamente brasileiro", disse Daniela Thomas, lembrando que também faz parte da história do cinema nacional, como na abertura de Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos. Arquivado em:Entretenimento |
| Trump pode emitir novo decreto para barrar imigrantes muçulmanos Posted: 11 Feb 2017 07:23 AM PST O presidente americano Donald Trump não pretende desistir de seu decreto imigratório que proíbe a entrada de cidadãos de sete países nos Estados Unidos. Enquanto voava para a Flórida, para um final de semana de partidas de golfe com o primeiro ministro japonês Shinzo Abe, Trump declarou que, para fazer valer sua vontade, considera emitir um novo decreto nos próximos dias. "Nós vamos ganhar essa batalha", declarou. Em suas primeiras semanas à frente da Casa Branca, Trump emitiu uma ordem para impedir a entrada de cidadãos de países de maioria muçulmana: Líbia, Sudão, Síria, Iraque, Irã e Iêmen. Segundo Trump, a medida afastaria a entrada de terroristas nos Estados Unidos. O decreto, no entanto, está suspenso por decisão de um juiz federal de Seattle, que foi ratificada por uma corte de apelações de São Francisco. A equipe jurídica do governo de Donald Trump continuará a pressionar a Justiça para liberar o primeiro decreto e está disposta a levar a briga para a Suprema Corte. Como a decisão final deve levar mais alguns dias, Trump não irá esperar: "Precisamos de velocidade por questões de segurança", afirmou. Arquivado em:Mundo |
| Uma visita ao Observatório Sul-Europeu (ESO) Posted: 11 Feb 2017 06:55 AM PST (F. Kamphues/ESO/Divulgação)" description=""> (Otarola/ESO/Divulgação)" description=""> (P. Pihlmann Pedersen/ESO/Divulgação)" description=""> (F. Kamphunes/ESO/Divulgação)" description=""> (Sérgio Otarola/ESO/Divulgação)" description=""> (Miguel Claro/ESO/Divulgação)" description=""> (G. Lambert/ESO/Divulgação)" description=""> (S. Otarola/ESO/Divulgação)" description=""> (G. Lambert/ESO/Divulgação)" description=""> (ESO/Divulgação)" description=""> (Gerhard Huedepohl/ESO/Divulgação)" description=""> (J. C. Rojas/ESO/Divulgação)" description=""> (A. Duro/ESO/Divulgação)" description="">
Arquivado em:Galeria de Fotos |
| Crise no ES: ‘Policiais devem honrar a farda’, diz ministro Posted: 11 Feb 2017 06:34 AM PST O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou na manhã deste sábado que os mais de 3.000 homens das Forças Armadas vão patrulhar as ruas de Vitória, capital do Espírito Santo, “pelo tempo necessário” e que o governo federal dará “apoio inflexível” às decisões do Executivo estadual contra a paralisação da Polícia Militar. O pronunciamento foi feito ao lado do governador em exercício, César Colnago, minutos antes de uma reunião de crise no Espírito Santo, que terá a presença de autoridades capixabas, generais e dos ministros Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e José Levy do Amaral (Justiça). Segundo Jungmann, medidas contra a greve dos PMs serão anunciadas até o final do dia. “Não se pode aceitar reivindicações que coloquem em risco a sociedade”, disse o ministro, que ainda fez um apelo para que os policiais “honrem a farda”. Sem policiais nas ruas, a capital capixaba vive uma onda de violência, com saques, assaltos e mais de 120 homicídios contabilizados desde o último sábado. O comércio não abriu as portas durante a semana, as empresas de ônibus fecharam as garagens e a volta às aulas foi adiada. Hoje, Jungmann fez questão de dizer que, aos poucos, a cidade está retomando a normalidade com a presença do Exército nas ruas – foram destacados 3.130 homens, um efetivo maior do que o da PM local, segundo ele, além de sete blindados e três helicópteros. CriseNa noite desta sexta-feira, o governo capixaba chegou a firmar um acordo com associações da Polícia Militar, mas o estado amanheceu sem policiamento neste sábado. Grupos de mulheres dos policiais continuam acampadas em frente ao Quartel Central da corporação, em Vitória, impedindo, assim, a saída dos militares. O acordo previa que os PMs estariam de volta às ruas às 7 horas da manhã deste sábado. Uma fila de carros chegou a se formar na saída do batalhão e alguns policiais fardados tentaram negociar com os familiares. Diante da negativa de liberar o portão, carros e soldados voltaram para dentro do quartel. Presidentes de três associações ligadas à polícia militar e aos bombeiros assinaram, na noite de sexta, documento que previa o fim da greve, que já dura mais de uma semana. A negociação terminou sem reajuste salarial para a categoria, que pedia aumento de 47%, mas o governo havia prometido desistir de ações judiciais contra as associações, caso o acordo fosse cumprido. Agora, diante da continuidade do motim, os policiais estão sujeitos ao indiciamento pelo crime militar de revolta, que leva à expulsão e tem pena prevista de oito a 20 anos de prisão. As mulheres dos PMs dizem que as associações que firmaram o acordo não as representa, reclamam de não terem sido convidadas para a reunião e reforçam que esse é um movimento dos familiares, não de instituições. Arquivado em:Brasil |
| Delegado deixa a Lava Jato e assume corregedoria no ES Posted: 11 Feb 2017 05:49 AM PST O delegado da Polícia Federal Márcio Adriano Anselmo vai deixar a Operação Lava Jato, em Curitiba, para assumir a Corregedoria da Superintendência da Polícia Federal no Espírito Santo. Anselmo foi responsável pela investigação originária do escândalo de corrupção na Petrobras – lavagem de dinheiro da família do ex-deputado federal José Janene (PP-PR), morto em 2010. O delegado da Lava Jato havia pedido o desligamento da força-tarefa em 2016, motivado “por esgotamento físico e mental causado pelos mais de três anos” em que esteve à frente dos inquéritos da operação, segundo registrou em documento enviado há um mês aos superintendentes da PF em Curitiba e no Espírito Santo, Rosalvo Ferreira Franco e Ildo Gaspareto, respectivamente. “Tal pedido se dá por questões de natureza pessoal, sem interferência da administração”, afirmou Anselmo aos superiores. O delegado pretendia pedir licença para estudar no exterior, mas recebeu o convite para assumir a Corregedoria da PF no Espírito Santo. Delegado com mais tempo de Lava Jato na equipe que conduz as investigações em Curitiba, Anselmo afirma no documento que sua saída “não impede de continuar auxiliando nos trabalhos” da operação. O delegado foi não só o responsável pela origem do caso, mas também quem prendeu, no dia 19 de junho de 2015, o empreiteiro Marcelo Bahia Odebrecht, em São Paulo. Ele ainda conduz os inquéritos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Anselmo registrou ainda em documento enviados aos superintendentes que faz parte do seu processo administrativo de indicação ao cargo de corregedor, que “são infundadas algumas manifestações na imprensa no sentido de interferências na investigação, motivadas sobretudo por interesses escusos”. “Sempre atuei nos casos que presidi com absoluta independência dentro do que me permite a legislação”, escreveu o policial aos superiores. (Com Estadão Conteúdo) Arquivado em:Brasil |
| UFC 208: nova chance para Anderson Silva Posted: 11 Feb 2017 05:35 AM PST O UFC desembarca neste sábado no Brooklyn, em Nova York, para mais um badalado evento: o UFC 208, que começa às 21h30, terá como luta principal uma nova disputa de cinturão, entre a americana Holly Holm e a holandesa Germaine De Randamie, valendo o título peso-pena feminino. Entre os brasileiros, destaque para a nova nova chance de Anderson Silva, que enfrentará o americano Derek Brunson e tentará provar que segue lutando em alto nível, aos 41 anos. O card preliminar começa às 21h30 e as últimas lutas serão transmitidas, com 30 minutos de atraso, pela Rede Globo. Anderson não luta desde julho passado, quando perdeu para o americano Daniel Cormier, e não vence uma luta desde 2012 – superou Nick Diaz em 2015, mas ambos foram flagrados em exames antidoping e a luta terminou sem resultado. O brasileiro também foi superior ao britânico Michael Bisping, em 2016, mas perdeu por decisão bastante controversa da arbitragem em Londres. Bisping é hoje o campeão dos médios, enquanto Anderson, que reinou na categoria entre 2006 e 2012, é apenas o sétimo. O veterano brasileiro, que lutará pela primeira vez em Nova York e fará a segunda luta mais importante da noite, recentemente disse que gostaria de enfrentar Conor McGregor em uma luta de peso casado, mas não descarta a chance de retomar o cinturão e, para isso, precisa obrigatoriamente vencer Brunson, um lutador de 33 anos, sem grandes resultados na carreira. Ronaldo Jacaré sonha com cinturão dos médios (Ivan Pacheco/VEJA.com) Brasileiros – O capixaba Ronaldo Jacaré, terceiro colocado do ranking peso-médio, está há anos na fila por uma disputa de cinturão e terá um desafio importante neste sábado diante do americano Tim Boestch, 13º do ranking. Se vencer, o brasileiro de 37 anos se credenciará de vez pelo cinturão dos médios. Se perder, pode jamais receber a chance. Jacaré vem de uma vitória arrasadora sobre Vitor Belfort no UFC 198. Antes, perdeu para o cubano Yoel Romero, segundo do ranking, por decisão muito contestável da arbitragem. Glover Teixeira buscará se reabilitar no UFC. O lutador mineiro de 37 anos vem de derrota para Anthony Johnson, mas segue como terceiro do ranking. Neste sábado, ele enfrentará Jared Cannonier, o 15º entre os meio-pesados. Dois brasileiros lutam no card preliminar: Wilson Reis, diante do japonês Ulka Sasaki, e Roan Carneiro, contra o americano Ryan LaFlare. UFC 208 – 11 de fevereiro, em Nova York Card principal Peso-pena: Holly Holm x Germaine De Randamie Peso-médio: Anderson Silva x Derek Brunson Peso-médio: Ronaldo Jacaré x Tim Boestch Peso-meio-pesado: Glover Teixeira x Jared Cannonier Peso-leve: Dustin Poirier x Jim Miller Card preliminar Peso-meio-médio: Randy Brown x Belal Muhammad Peso-mosca: Wilson Reis x Ulka Sasaki Peso-leve: Nik Lentz x Islam Makhachev Peso-mosca: Ian McCall x Jarred Brooks Peso-pesado: Marcin Tybura x Justin Willis Peso-médio: Ryan LaFlare x Roan Carneiro Peso-pena: Rick Glenn x Phillipe Nover Arquivado em:Esporte |
| Laudos mostram que Luiza Brunet teve costelas fraturadas Posted: 11 Feb 2017 04:00 AM PST Reportagem publicada em VEJA desta semana revela novas evidências da batalha judicial entre o empresário Lirio Parisotto e a modelo Luiza Brunet. Ela acusa o ex-namorado de tê-la agredido em maio do ano passado em Nova York. Laudos exclusivos, uma tomografia inédita e um depoimento decisivo atestam que Luiza teve quatro costelas fraturadas após uma briga com socos e tapas. Na próxima segunda-feira, dia 13, o processo com base na Lei Maria da Penha terá uma audiência decisiva em São Paulo. Lirio e suas testemunhas serão ouvidos pela Justiça e o Ministério Público. No passado, parecia um casal saído de um conto de fadas. Ela, uma estonteante ex-modelo, símbolo sexual de toda uma geração. Ele, um empresário de sucesso na lista dos homens mais ricos do Brasil, com quase 4 bilhões de reais de patrimônio. Para ler a reportagem na íntegra, compre a edição desta semana de VEJA no iOS, Android ou nas bancas. E aproveite: todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no Go Read. Arquivado em:Entretenimento |
| Espírito Santo permanece sem policiamento, mesmo após acordo Posted: 11 Feb 2017 03:54 AM PST Mesmo após o anúncio de um acordo firmado entre o governo do Espírito Santo e associações da Polícia Militar, feito na noite de sexta-feira, o estado segue sem policiamento nas ruas. Mulheres continuam acampadas em frente ao Quartel Central da corporação, em Vitória, impedindo, assim, a saída dos militares. O acordo previa que os PMs estariam de volta às ruas às 7 horas da manhã deste sábado. Uma fila de carros chegou a se formar na saída do batalhão e alguns policiais fardados tentaram negociar com os familiares. Diante da negativa de liberar o portão, carros e soldados voltaram para dentro do quartel. Presidentes de três associações ligadas à polícia militar e aos bombeiros assinaram, na noite de sexta, documento que previa o fim da greve, que já dura mais de uma semana. A negociação terminou sem reajuste salarial para a categoria, que pedia aumento de 47%, mas o governo havia prometido desistir de ações judiciais contra as associações, caso o acordo fosse cumprido. Agora, diante da continuidade do motim, os policiais estão sujeitos ao indiciamento pelo crime militar de revolta, que leva à expulsão e tem pena prevista de oito a 20 anos de prisão. As mulheres dos PMs dizem que as associações que firmaram o acordo não as representa, reclamam de não terem sido convidadas para a reunião e reforçam que esse é um movimento dos familiares, não de instituições. Arquivado em:Brasil |
| Mas afinal, para que serve o STF? Posted: 11 Feb 2017 03:00 AM PST O artigo 102 da Constituição brasileira, que rege a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), diz que a função principal do órgão não é julgar ninguém, mas ser o guardião da Carta Magna contra todas as suas possíveis ameaças. Formada por onze homens e mulheres, de pelo menos 35 anos, reputação ilibada e notório saber jurídico, deve exercer essa proteção ao impedir que atos administrativos, projetos de lei ou até decisões judiciais ofendam preceitos da Constituição sejam validados. "É a tarefa de ir contra a decisão da maioria, se esta não estiver de acordo com a Constituição", observa Oscar Vilhena, diretor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). Hoje, no entanto, para cada mil casos efetivamente de interpretações constitucionais, o Supremo recebe cerca de cinquenta mil processos de caráter criminal. Tal situação ocorre porque, além de colocar nele a expectativa de garantir o seu cumprimento, a Constituição também atribui ao STF outras duas grandes funções: ser uma "corte de últimos recursos", como diz Vilhena, e julgar autoridades com foro por prerrogativa de função, o famoso foro privilegiado. Presidente, vice-presidente, deputados federais, senadores, ministros e o procurador-geral da República não podem ser julgados pela Justiça comum, competindo ao Supremo se transformar em corte criminal para submetê-los a julgamento, se for o caso. Também compete à Corte julgar casos de extradição e conflitos entre entes públicos. Dada a quantidade exorbitante de políticos envolvidos com esquemas de corrupção, particularmente após o escândalo do Mensalão, em 2005, o foro privilegiado acaba transformando o Supremo em uma espécie de vara de 1ª instância superlotada, explica o advogado Daniel Falcão, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). "O STF tem um estoque gigantesco de processos, mas é uma corte que não tem estrutura para isso", aponta. A característica de corte recursal explica boa parte do volume de processos. Pela lei brasileira, cidadãos podem recorrer ao Supremo como instância definitiva de deliberação em casos especiais. Para ter o caso analisado, é necessário comprovar que o processo não diz respeito apenas ao cidadão, mas implica uma série de casos análogos – ou seja, que uma decisão individual pode estabelecer uma repercussão econômica, jurídica, social ou política. Foi a ação de um único casal em busca de reconhecimento jurídico que conseguiu colocar como padrão da Justiça brasileira a validação da união homoafetiva. Decisões como essas geram acusações de que o STF acaba por legislar, supostamente interferindo nas atribuições do Congresso Nacional. Vilhena aponta que a atuação do Supremo não cria leis, apenas as invalida, sendo uma espécie de "legislador negativo". Nesse caso, a Corte entendeu que não havia proibição expressa suficiente para que a autorização da união homoafetiva não fosse concedida. Falcão explica que a Constituição brasileira é "prolixa" e tem partes que não ficam claras, o que provoca a Corte a interpretar qual é o correto. "Se tiver uma manifestação em frente a um hospital, a Constituição diz que é livre o direito à manifestação, mas também que deve ser preservada a dignidade da pessoa humana. E aí? Qual prevalece? São casos como esses que o Supremo tem de decidir", exemplifica. Os especialistas ressaltam, contudo, que as decisões não são aplicadas automaticamente. Só tem reflexo nas instâncias inferiores casos nos quais a Corte decide aprovar, "após reiteradas decisões sobre matéria constitucional", segundo o artigo 103 da Constituição, uma súmula com efeito vinculante, em que todas as decisões semelhantes deverão se basear. É claro, ressalta Falcão, que tudo que o STF faz é parâmetro, mesmo as decisões não vinculantes. "Os juízes sabem que, decidindo diferente do Supremo, a chance de a sentença ser alterada nas instâncias superiores é grande", explica. O ministro Joaquim Barbosa durante julgamento do Mensalão, em Brasília (José Cruz/ABr/VEJA/VEJA) Apesar de ter sobrecarregado os ministros do STF, que têm decidido sobre mais de dez mil casos por ano – enquanto nos EUA, por exemplo, são menos de 500 –, o alto número de julgamentos criminais com foro privilegiado não foi, em tudo, um desperdício, na avaliação de Daniel Falcão. "Não tenho dúvida de que julgamentos como o da ação penal 470 [Mensalão], por exemplo, deram coragem para essa quantidade de juízes de primeira instância tomando decisões fortes contra atos de corrupção", diz o professor. Difícil afirmar que os juízes federais Sergio Moro (responsável pela Lava Jato em Curitiba) e Marcelo Bretas (que responde pelas operações Calicute e Eficiência, desdobramentos da Lava Jato no Rio), entre outros, tenham se inspirado nas sentenças de Joaquim Barbosa no Mensalão, mas aquelas decisões do Supremo marcaram a história da justiça criminal no Brasil. De lá para cá, o STF passou a estar no centro das atenções, e a população, a acompanhar mais de perto a nossa corte constitucional. Arquivado em:Brasil, Política |
| Os últimos anos do homem com hora marcada para morrer Posted: 11 Feb 2017 02:49 AM PST O carioca Marco Archer Cardoso Moreira foi executado com um tiro no peito na madrugada de um domingo, 18 de janeiro (tarde de sábado, no Brasil) na Indonésia. Ele havia sido preso em 2003 e condenado no ano seguinte por tráfico de drogas depois de tentar entrar no país asiático com 13 quilos de cocaína escondidos na asa delta. Curumim, como era conhecido entre os amigos, permaneceu doze anos preso antes de ser fuzilado. Os últimos três anos do brasileiro foram registrados pelo cineasta Marcos Prado em conversas telefônicas semanais, entrevistas com amigos e imagens feitas pelo próprio preso com um câmera escondida na cela. Seu projeto era otimista: produzir um documentário sobre a volta para casa do brasileiro que passou mais de uma década em uma prisão da Indonésia. “Ninguém achava que ele seria executado”, lembra Prado. Em janeiro de 2015, seus planos mudaram. Lançado em novembro, Curumim – O Homem Que Queria Voar mostrou o final da vida de um homem com hora marcada para morrer. Nesta entrevista, Prado fala sobre sua relação com Archer e a triste mudança no projeto do documentário: Marco Archer acreditava que seria libertado com vida? Ele tinha certeza que ia sair. Ao longo de cinquenta anos com regime de pena de morte, a Indonésia só tinha executado cinco pessoas. Ele achava que o Joko Widodo, presidente civil que assumiu depois dos militares, em 2014, mandaria todos os estrangeiros presos para casa. Ele só percebeu que era para valer, que não tinha volta, na última semana. Você também acreditava que ele seria libertado? Ninguém achava que ele seria executado. Tanto que a ideia original do meu projeto era fazer um documentário sobre a biografia do Curumim, suas histórias, o período na prisão e depois sua volta ao Brasil. Eu queria contar como ele ia se estabelecer no Brasil depois de mais de uma década preso na Indonésia. E ele concordava com tudo. 'Eu vou fazer palestras. Não quero que nenhum jovem brasileiro passe pelo que eu estou passando aqui', dizia. Como era o Marco Archer na juventude? Vocês se conheciam? A gente se conhecia, mas não éramos amigos. No começo dos anos 90, chegou uma droga nova no Rio de Janeiro, o skunk [uma variante mais forte da maconha], e ele virou um cara meio lendário entre a garotada porque era o sujeito que havia trazido a droga que todo mundo estava experimentando. Eu sabia que ele estava traficando, sabia do perigo que era estar com ele, por isso fazia questão de manter distância. Mas ele não se comportava como um traficante clássico. Achava que não estava fazendo nada demais, porque traficava maconha, que ele achava inofensiva. Nunca pegou em uma arma, nunca coagiu ninguém. Nas minhas pesquisas para o documentário, todos os entrevistados falavam 'Curumim é o cara mais engraçado do mundo'. Era carismático, inteligente, piadista. Quando soube que tinha sido preso na Indonésia, com treze quilos de cocaína, me surpreendi. Havia aquele mito de que o Curumim só traficava droga que ele considerava inofensiva, e agora ele estava preso e condenado à morte. Marco Archer, preso por tráfico de drogas, durante coletiva de imprensa em 2003 na Indonésia (SETIYO SC/EFE) Como você contatou o Marco Archer para produzir o documentário? Quatro anos depois da prisão (Archer foi preso em 2003), eu recebi um telefonema de um amigo em comum, que era escritor e morava em Bali, falando que o Curumim queria contar a história dele em um livro. Ele tinha muitas histórias interessantes, então eu me interessei. Resolvi esperar a biografia ficar pronta para adaptar o livro em um filme. Em 2011, o Curumim me ligou dizendo que o livro ia ficar pronto e a gente começou a conversar com frequência por telefone. Ele ligava do presídio com facilidade? Ele tinha telefone celular na cela e me ligava toda quinta-feira. O Curumim tinha não só celular, tinha também TV a cabo, DVD, Blu-ray. A corrupção nos presídios da Indonésia é pior do que no Brasil. Ele gravava imagens da rotina dele na prisão com uma filmadora escondida. Foi você quem levou a câmera para ele? De jeito nenhum. Imagina se ele fosse preso com uma câmera em um presídio de segurança máxima, no corredor da morte! Iria para a solitária, morreria lá e a culpa seria do documentarista. Um dia, ele me ligou e disse que tinha uma câmera com ele na cela. Falei pra ele jogar fora, que o documentário não precisava daquilo. Ele dizia 'não, quero contar a minha história. Sem imagem não tem história'. Ele arrumou a câmera com um guarda. Disse que ia fazer imagens para a mãe dele, que estava doente, e o guarda consentiu. O próprio guarda trouxe a câmera para dentro da prisão e até pediu emprestado algumas vezes. Mas nunca fiquei tranquilo com aquela câmera lá dentro. Como ele enviava as imagens? Nos três anos seguintes, ele mandou os cartões de memória contendo as imagens. A esposa de um dos companheiros de cela pegava os cartões durante as visitas e me mandava pelo correio. Você o visitou no presídio? Eu pedi ao embaixador do Brasil na Indonésia para pleitear uma entrevista formal com o Curumim na prisão. Para visitar alguém em um presídio de segurança máxima na Indonésia é preciso ter autorização do governo de lá, mas o embaixador não quis fazer o pedido porque achou que as negociações para a libertação estavam de vento em popa e um documentário seria prejudicial às negociações. Em 2013, eu tinha uma viagem para a Indonésia marcada para entrevistar amigos do Curumim que moram em Bali. Quando contei da viagem para o Curumim, explicando que não poderia visitá-lo, ele disse: 'negativo! Eu arrumo uma maneira de você entrar. Venha de calça preta, camisa branca e bíblia na mão'. Eu corri o risco de ser deportado, mas aceitei entrar fingindo ser pastor. A esposa indonésia do italiano que estava preso com o Curumim ajudou. Ela ia praticamente todos os dias e já conhecia todos os guardas. Eu fiz um teatrinho na entrada, mas os guardas sabiam que eu era um amigo do Curumim, sem autorização pra entrar. O documentário não deixa claro se o Marco estava enlouquecendo, como diz o padre que acompanhava os presos condenados à morte. O que você percebia das conversas por telefone? O padre achava que o Curumim estava louco, mas o italiano, amigo dele na prisão, dizia 'o Marco está fazendo teatro'. O Curumim não era bobo, sabia que a Indonésia é signatária de um tratado da ONU que não deixa executar pessoas que não estejam em sã consciência. Então ele se fazia de louco para o padre e para o psicólogo para tentar ser enquadrado como esquizofrênico. Mas ele estava lúcido e conseguiu manter a lucidez preso por doze anos. Qualquer pessoa enlouquece se ficar presa todo esse tempo. Ele vivia no limite entre a lucidez e o desespero, mas nunca achei que ele estivesse louco. Qual foi o momento mais marcante nesses três anos em que vocês mantiveram contato para a produção do documentário? O momento da execução foi o dia mais triste. A gente sabia que às três e meia da tarde no Brasil ele estaria tomando um tiro no peito. Como eu tinha contato com muitos amigos dele, a gente se encontrou num gramado de São Conrado, uns trinta amigos dele, e fizemos uma roda de oração na hora que ele estaria levando o tiro para ele partir tranquilo. Durante os anos de produção de documentário, eu me iludi. Para mim, era só um registro do período em que ele ficou preso, para complementar a biografia dele. Só depois da execução tive que abandonar um documentário sobre o retorno do Curumim ao Brasil para produzir um tratado sobre a pena de morte, sobre um sujeito com hora marcada para morrer. Arquivado em:Mundo |
| Os assessores radicais que fazem a cabeça de Trump Posted: 11 Feb 2017 02:20 AM PST Ao fim de três semanas de governo, o presidente americano Donald Trump parece ter sedimentado uma maneira de tomar decisões. A seu lado, ele acomodou um reduzido grupo de conselheiros ainda mais radicais que ele próprio e com visão rígida de mundo. Um deles é o genro Jared Kushner, mas o mais histriônico é Steve Bannon, considerado o segundo homem mais importante do país. O estrategista-chefe é o cérebro por trás das decisões mais controversas do governo, como o decreto para barrar temporariamente a entrada de cidadãos de sete países muçulmanos e de refugiados de qualquer parte do mundo. A facilidade com que a ordem foi suspensa na Justiça confirma que Bannon impediu que a ideia passasse por um escrutínio de especialistas da Casa Branca. Em VEJA desta semana, conheça o grupo seleto que decide ao lado de Trump e o incentiva a atacar adversários. Para ler a reportagem na íntegra, compre a edição desta semana de VEJA no iOS, Android ou nas bancas. E aproveite: todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no Go Read. Arquivado em:Mundo |
| Perícia mostra que contrato do tríplex foi rasurado Posted: 11 Feb 2017 02:10 AM PST Em sua proposta de delação premiada, Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, revelou que a cobertura tríplex que o ex-presidente Lula comprou na praia do Guarujá, em São Paulo, foi, na verdade, um presente da empreiteira. VEJA mostrou os principais pontos das confissões do empreiteiro, que está preso e negocia um acordo de colaboração. Pinheiro contou que, em 2010, soube que Lula estaria interessado no imóvel. O recado, segundo ele, foi-lhe transmitido por João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT. Vaccari pediu ao empreiteiro que reservasse uma cobertura tríplex do prédio para o ex-presidente. Não houve discussão sobre preços, prazos ou condições de financiamento, por uma razão elementar: não existiu pagamento — ao menos não da maneira convencional. "Ficou acertado com Vaccari que esse apartamento seria abatido dos créditos que o PT tinha a receber por conta de propinas em obras da OAS na Petrobras", contou Pinheiro. A defesa do ex-presidente sempre disse que as acusações de corrupção contra ele não tinham fundamento. Alega que Lula, em 2005, assinou uma proposta para comprar uma unidade no edifício — qualquer unidade, e não especificamente um tríplex. Em uma busca autorizada pela Justiça, os investigadores da Lava Jato apreenderam na casa do ex-presidente a tal "proposta de adesão". Um dos campos estava totalmente rabiscado e o número da unidade adquirida havia sido alterado, passou de "174 para 141". Ou seja: deixava de ser o tríplex e passava a ser uma unidade convencional. O juiz Sergio Moro requisitou uma perícia — e a novidade saída dela derruba a versão de Lula. Para ler a reportagem na íntegra, compre a edição desta semana de VEJA no iOS, Android ou nas bancas. E aproveite: todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no Go Read. Arquivado em:Brasil, Política |
| IMPERDÍVEL: Dutch Uncles reforça a que veio em novo álbum Posted: 11 Feb 2017 01:20 AM PST Com menos de uma década, a banda Dutch Uncles não tem papas na língua. Composto por Andy Proudfoot, Robin Richards, Peter Broadhead e Duncan Wallis, o grupo inglês transforma em música a confusão interna inerente aos jovens adultos — de terrorismo a relacionamentos amorosos. Prestes a lançar seu quinto álbum em estúdio, Big Balloon, o Dutch Uncles não parece preocupado em inovar, mas sim consolidar seu estilo. Ao longo das faixas do disco, o baixo tece o plano de fundo, enquanto riffs de guitarra pontuam os momentos mais ou menos angustiantes. A voz andrógina de Wallis entoa frases sem sentido, como Leave it all for potato lands (Deixa tudo por terra de batatas), mas que no conjunto da obra intriga, compreende e alivia. Big Balloon reúne três singles da banda: o que nomeia o álbum, Oh Yeah e Streelight. O disco estará disponível no serviço de streaming Spotify a partir de 17 de fevereiro. Big Balloon também pode ser adquirido pelo site oficial do Dutch Uncles. Arquivado em:Entretenimento |
| IMPERDÍVEL: ‘Toni Erdmann’ leva ao Oscar o drama que se diz humor Posted: 11 Feb 2017 01:05 AM PST Toni Erdmann é uma figura desconfortável. O homem de peruca horrenda, dentes estranhos e terno velho transita fora de seu ambiente e possui um humor que a poucos agrada. Vale dizer também que Toni Erdmann, na verdade, não existe. O personagem-título do longa alemão de Maren Ade é um alter-ego de Winfried Conradi (interpretado por Peter Simonischek), o pai ausente que tenta se aproximar da filha Ines (Sandra Hüller). A moça de 30 e poucos anos, contudo, está em um momento feroz da carreira no mundo corporativo e sem tempo ou paciência para lidar com ele. O estranho Erdmann, então, surge como uma solução do sessentão para se infiltrar no mundo engomadinho da filha. Em determinado ponto, a moça abraça o personagem do pai e o aplica em seu cotidiano. Opostos em sua visão de mundo, os dois vão descobrir na trajetória que suas diferenças, na verdade, podem ser paridades. Eleita o melhor filme de 2016 pela prestigiada revista francesa Cahiers du Cinéma, a tragicomédia conquistou uma indicação na categoria de melhor filme estrangeiro no Globo de Ouro, no Bafta e no Oscar. Arquivado em:Entretenimento |
| IMPERDÍVEL: Coleção traz obra completa de Padre António Vieira Posted: 11 Feb 2017 12:50 AM PST Considerado um dos grandes prosadores em língua portuguesa e uma das figuras mais importantes do pensamento luso-brasileiro do século XVII, o Padre António Vieira tem sua obra completa publicada no Brasil. Cartas, sermões e escritos sobre política e judeus estão reunidos na coleção Obra Completa Padre António Vieira (Edições Loyola, 13450 páginas, 2.500 reais), que chega ao país em trinta volumes após trabalho meticuloso de organização do material em Portugal, por uma equipe de curadoria da Universidade de Coimbra. O Padre António Vieira (1608-1697) nasceu em Lisboa e foi religioso, exímio escritor e orador da Companhia de Jesus. Chegou em Salvador em 1614 com a família – seu pai veio trabalhar como escrivão no Tribunal da Relação da Bahia – e, no mesmo ano, começou os estudos no Colégio dos Jesuítas de Salvador. Foi ordenado sacerdote em 1634 e logo ficou conhecido por seus sermões e por ser defensor dos índios. – A Obra Completa foi fruto de investigações de especialistas em literatura, filologia clássica, linguística, história, paleografia, filosofia, teologia e direito em arquivos de Portugal, Brasil, Espanha, França, Itália, México e Inglaterra, sob a direção dos historiadores José Eduardo Franco e Pedro Calafate. Os volumes trazem textos comentados – alguns deles bastante raros, que não haviam figurado em outros livros sobre a obra de Vieira. A coleção é dividida em quatro Tomos. O primeiro tem cinco volumes e traz as cartas. No segundo, com doze volumes, encontram-se os sermões. O terceiro traz em seis livros a História do Futuro, a Defesa perante o Tribunal do Santo Ofício, Apologia das Coisas Profetizadas, Autos do Processo da Inquisição e a Chave dos Profetas. O quarto e último reúne os escritos políticos e sobre os judeus. O valor da coleção completa, 2.500 reais, pode assustar, mas quem está pensando em investir pode ir comprando os volumes aos poucos – eles custam entre 54 e 138 reais. Em tempo: durante o lançamento da Obra Completa Padre António Vieira, nesta quinta-feira, na Academia Paulista de Letras, a Edições Loyola anunciou que está programado ainda para este ano o lançamento das obras completas de Padre Anchieta e do Padre Manuel da Nóbrega. Arquivado em:Entretenimento |
| IMPERDÍVEL: Sexta e última temporada de ‘Girls’ estreia na HBO Posted: 11 Feb 2017 12:41 AM PST Depois de cinco anos da aclamada estreia de Girls, a série caminha para sua conclusão. A sexta e última temporada da atração chega a HBO na madrugada deste domingo para segunda-feira, à 1h, junto a estreia nos Estados Unidos, e promete, enfim jogar as protagonistas de vez na vida adulta. Produzida e estrelada por Lena Dunham, o seriado ganhou fama ao abordar questões intrínsecas a jovens mulheres com humor e um quê de drama. De relacionamentos amorosos, profissão a alcoolismo, Girls se destacava por abordar, especialmente, a amizade entre as protagonistas Hannah, Marnie, Jessa e Shoshana. Ao longo das temporadas, porém, o quarteto se separou a ponto de não se verem mais como amigas — e a audiência não ficou nada feliz. Ainda que a trajetória das personagens não sugira um final pleno e idílico, a sexta leva de episódios de Girls promete, ao menos, colocá-las de volta no mesmo trilho, mesmo que a amizade não funcione como antes. Sem segredos a revelar ou reviravolta prevista, a série chega ao fim como começou: lágrimas nos olhos e um sorriso. A partir do próximo domingo, com o fim do horário de verão, a série será exibida a partir de meia-noite.
Arquivado em:Entretenimento |
| IMPERDÍVEL: Produção de Cícero Dias tem retrospectiva em Brasília Posted: 11 Feb 2017 12:30 AM PST O Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília abre no dia 8 de fevereiro a exposição Cícero Dias – Um Percurso Poético, que traz uma retrospectiva da carreira do pintor modernista brasileiro. A mostra contextualiza a carreira do artista pernambucano, que morreu em 2003, com 125 obras do artista, um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX, de trajetória reconhecida internacionalmente. A retrospectiva evidencia sua relação com poetas e intelectuais brasileiros e sua participação no circuito de arte europeu. Além das obras do pintor, o CCBB-Brasília apresenta cartas, textos e fotos de Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Murilo Mendes, José Lins do Rego, Mário Pedrosa, Pierre Restany, Paul Éluard, Roland Penrose, Pablo Picasso e Alexander Calder, entre outros. A exposição traz um panorama de toda produção do artista, dividida em três grandes núcleos que delineiam seu percurso poético. São eles: Brasil; Europa; e Monsieur Dias – Uma vida em Paris. Cada um deles, por sua vez, é dividido em novos segmentos. A ideia é que a visitação não seja feita de forma linear As obras que integram a mostra provêm de algumas das principais instituições do país, como o Masp, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), o Museu Oscar Niemeyer (MON), o Museu de Arte Brasileira da Faap, a Coleção Roberto Marinho, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e a Fundação Gilberto Freyre, além de colecionadores particulares como Sérgio Fadel (RJ), Gilberto Chateaubriand (RJ) e Waldir Simões de Assis (PR) . Completa a exposição um expressivo número de trabalhos vindos de coleções particulares da França, criando assim uma oportunidade única para a apreciação da obra desse grande artista. A exposição Cícero Dias – Um Percurso Poético fica em cartaz de 8 de fevereiro a 3 de abril no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília. A visitação é gratuita e pode ser feita de quarta a segunda, das 9h às 21h. Depois da capital federal, a mostra segue para as filiais do CCBB de São Paulo (21 de abril a 10 de julho) e Rio de Janeiro (1º de agosto e 25 de setembro). Arquivado em:Entretenimento |
| IMPERDÍVEL: Rir de si próprio é o trunfo de ‘LEGO Batman’ Posted: 11 Feb 2017 12:01 AM PST Em 2014, a animação Uma Aventura Lego, baseada nos brinquedos de montar, foi uma das melhores surpresas do cinema, com seu humor ácido e um enredo divertido e cheio de referências pop. O filme ganhou um derivado, ou spin-off: LEGO Batman: O Filme, que chega nesta semana aos cinemas e continua tão divertido quanto a produção anterior, fazendo graça com o próprio personagem e seus mais de 70 anos de história. Sim, é o mesmo Batman da DC Comics e que enfrentou o Superman em 2016. LEGO Batman não é uma sequência do longa anterior, mas traz uma nova história em um novo universo (apesar de Gotham City não ser tão nova assim). O personagem que antes era coadjuvante voltou agora como protagonista. O filme começa com mais um plano maligno do Coringa, ajudado por todos os outros vilões do Homem-Morcego. Porém, após salvar o dia novamente, o herói revela ao palhaço de cabelo verde que não tem um arqui-inimigo, o que fere profundamente os sentimentos do vilão. A animação segue com o Coringa criando um novo plano para conquistar Gotham City e fazer o Batman admitir que o odeia, e que não seria nada sem ele. Enquanto isso, o herói precisa aprender a ter mais empatia e desistir de tentar viver uma vida tão solitária. O grande trunfo do filme são as zoeiras com o próprio Batman. As piadas já começam nos letreiros de abertura e seguem brincando com todos os filmes que o herói já teve, como os de Tim Burton, a trilogia de Christopher Nolan e até Batman vs Superman e Esquadrão Suicida. Os mais antigos vão conseguir rir muito de gozações com a estranha série de TV que o herói ganhou na década de 1960. Como a Warner Bros. também possui os direitos sobre outras franquias, como Senhor dos Anéis e Harry Potter, as piadas mais uma vez saem do universo dos quadrinhos para outras referências pop, o que garante um humor irônico e constante. Além das boas risadas, a animação encanta com seu ótimo visual de computação gráfica baseado nas peças de montar. Tudo, personagens e adereços, é construído com base nos blocos que se encaixam, inclusive o fogo e explosões. Para se assemelhar ainda mais com a brincadeira original, alguns sons, como os tiros, são feitos como se fossem reproduzidos com uma boca, como uma criança brincando. LEGO Batman pode parecer tolo à primeira vista. Mas não se engane, o seu humor arranca risadas de qualquer um na sala dos cinemas, e é um grande alívio depois das não tão agradáveis adaptações que a DC e a Warner fizeram do herói recentemente. Arquivado em:Entretenimento |
| You are subscribed to email updates from VEJA.com: Revista VEJA, acervo digital, notícias, blogs, colunistas, vídeos. To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. | Email delivery powered by Google |
| Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States | |
(Inti Briones/Reprodução)" description="">
(Ricardo Teles/Reprodução)" description="">
(Ricardo Teles/Reprodução)" description="">
(Ricardo Teles/Reprodução)" description="">
(Ricardo Teles/Reprodução)" description="">
(F. Kamphues/ESO/Divulgação)" description="">
(Otarola/ESO/Divulgação)" description="">
(P. Pihlmann Pedersen/ESO/Divulgação)" description="">
(F. Kamphunes/ESO/Divulgação)" description="">
(Sérgio Otarola/ESO/Divulgação)" description="">
(Miguel Claro/ESO/Divulgação)" description="">
(G. Lambert/ESO/Divulgação)" description="">
(S. Otarola/ESO/Divulgação)" description="">
(G. Lambert/ESO/Divulgação)" description="">
(ESO/Divulgação)" description="">
(Gerhard Huedepohl/ESO/Divulgação)" description="">
(J. C. Rojas/ESO/Divulgação)" description="">
(A. Duro/ESO/Divulgação)" description="">











