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- Cardozo diz que governo recebeu derrota com "indignação e tristeza" e que Dilma lutará até o fim
- PT discute nesta segunda proposta de novas eleições para presidente
- Por que o mercado parece tão animado com o impeachment — e para onde pode ir o dólar?
- As figuras fora do mundo político que pavimentaram o processo de impeachment
- Manifestantes comemoram resultado de votação do impeachment. Veja
- Ivan Valente diz que não é possível reverter decisão no Senado
- Diante da crise econômica, novo governo terá dificuldades para fazer ajustes
- Veja quais são os próximos passos do processo de impeachment de Dilma Rousseff
- Oposição conquista votos necessários contra Dilma e aprova 2º impeachment da história da Câmara
- Dilma convoca reunião com ministros e parlamentares no Alvorada
- Líder do governo na Câmara admite derrota na votação do impeachment de Dilma
- Bolsonaro diz que não vai processar Jean Wyllys após cusparada
- "Que Deus tenha misericórdia desta Nação", diz Cunha ao votar pelo impeachment
- Deputado Jean Wyllys cospe em Jair Bolsonaro
- Tiririca nega ter decidido voto pró-impeachment na última hora: 'é voto do coração'
- Oposição já ensaia comemoração na votação do impeachment de Dilma na Câmara
- Deputado renuncia à presidência do PR para votar a favor do impeachment
- Líder diz que governo vai derrubar impeachment na metade da votação
- Lula deixa Alvorada e deve acompanhar votação na Câmara em hotel
- Apreensiva, Dilma acompanha votação do impeachment no Alvorada ao lado de ministros
| Cardozo diz que governo recebeu derrota com "indignação e tristeza" e que Dilma lutará até o fim Posted: 17 Apr 2016 08:57 PM PDT cardozo, agu 18.04.2016/WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO O ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), José Eduardo Cardozo, disse na madrugada desta segunda-feira (18) que o governo recebeu com "tristeza e indignação" a decisão tomada pela Câmara dos Deputados de autorizar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, mas garantiu que a mandatária lutará até o fim por seu mandato. Em entrevista após a Câmara dar andamento ao processo de impedimento, Cardozo reiterou que a presidente não cometeu crimes de responsabilidade e que a tentativa de impeachment atualmente em curso é um "golpe". Numa votação de durou cerca de seis horas, a Câmara aprovou por 367 votos favoráveis, 137 contra e sete abstenções a admissibilidade do processo de impeachment, que agora segue para o Senado Federal. Wagner: ameaça à democracia Imediatamente após o voto que aprovou o impeachment da presidente Dilma Rousseff, na Câmara dos Deputados, o ministro-chefe do Gabinete, Jaques Wagner, distribuiu uma nota afirmando que esta decisão foi um "retrocesso" e "ameaça interromper 30 anos de democracia no País". Na nota, o ministro acrescenta ainda que "caberá ao Senado processar e julgar a presidente Dilma" e que o governo "confia" nos senadores. O ministro declarou ainda que Dilma "continua no cargo até o final do julgamento". Para o ministro, "foi uma página triste virada pelos deputados que concordaram com argumentos frágeis e sem sustentação jurídica do relatório do deputado Jovair Arantes". A rápida reação do ministro, que esteve ao lado da presidente Dilma durante todo o dia, no Palácio da Alvorada, afirmou ainda que se espera que a presidente tenha melhor direito de defesa no Senado. O objetivo foi dar uma resposta imediata ao que o governo tem chamado de "golpe". — Esperamos que seja dada maior possibilidade para que ela apresente sua defesa, e que lhe seja aplicada justiça. Acreditamos que o Senado, que representa a federação, possa observar com mais nitidez as acusações contra a presidenta, uma vez que atingem também alguns governadores de Estado. Wagner disse que a decisão da Câmara é um retrocesso "porque se trata de um impeachment orquestrado por uma oposição que não aceitou a derrota nas últimas eleições, e que não deixou a presidenta governar, boicotando suas iniciativas e a retomada do desenvolvimento do País". O ministro Wagner encerrou sua nota dizendo que os deputados, ao aprovarem o prosseguimento do impeachment, "fecharam os olhos às melhorias dos últimos 12 anos, aos avanços, à inclusão social, aos índices históricos de crescimento econômico e à redução da pobreza". Quando a votação for encerrada, o ministro chefe da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, dará entrevista em nome do governo, no Palácio do Planalto. Cardozo também passou o dia no Alvorada com Dilma. |
| PT discute nesta segunda proposta de novas eleições para presidente Posted: 17 Apr 2016 08:42 PM PDT Wadih Damous é um dos deputados mais influentes na Câmara e já trabalha com essa ideia Lucio Bernardo Jr./02.12.2015/Câmara dos Deputados O diretório nacional do PT vai apreciar nesta segunda-feira (18) a proposta de lançar uma campanha nacional pela realização de novas eleições para a Presidência. A proposta será apresentada pelo secretário nacional de Finanças do partido, Márcio Macedo. "Vou defender que o PT não aceite nem apoie um governo que não veio das urnas, discutir qual futuro nós queremos e a realização de eleições diretas para presidente do Brasil", disse o dirigente petista. A realização de novas eleições vem sendo discutida no PT e no governo há mais de um mês e ganhou força na última semana, com a iminência da aprovação pela Câmara do prosseguimento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O deputado Wadih Damous (PT-RJ), um dos mais influentes deputados da bancada petista na Câmara, também defende a proposta. Na entrevista que concedeu quarta-feira (13), Dilma também disse "respeitar uma proposta que venha das urnas". Desde ontem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi contrário à proposta, passou a admitir a possibilidade. "O Brasil está retrocedendo 31 anos, que foi quando o Colégio Eleitoral elegeu Tancredo Neves de forma indireta", disse Márcio Macedo. |
| Por que o mercado parece tão animado com o impeachment — e para onde pode ir o dólar? Posted: 17 Apr 2016 08:16 PM PDT O Brasil está mergulhado numa das piores recessões de sua história e paralisado por uma intrincada crise política que pode levar a uma troca de governo. O desemprego aumenta mês a mês e há um número crescente de negócios fechando as portas. "Há um cenário mais favorável para os emergentes em todo o mundo", diz André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos. Recuperação Há quem veja a melhoria dessas percepções sobre o cenário brasileiro com mais cautela. Reações Quanto às expectativas sobre uma reação dos mercados ao resultado da votação deste domingo, os especialistas são unânimes: se o processo não passar, o dólar vai subir e a bolsa, cair. |
| As figuras fora do mundo político que pavimentaram o processo de impeachment Posted: 17 Apr 2016 08:10 PM PDT Dificilmente, no entanto, o país teria chegado nesse momento crucial não fosse a atuação de algumas figuras de fora do mundo político. São pessoas, digamos, comuns que se tornaram protagonistas da crise política BBC Brasil Janaina Paschoal, advogada e professora da USP Kim Kataguiri Para o ativista, a presidente Dilma deve sofrer impeachment já que ele acredita que as chamadas pedaladas fiscais são um argumento suficiente isso. Ele diz que começou a se interessar mais fortemente por política aos 17 anos, quando gravou vídeos para contestar um professor que defendia o Bolsa-Família. A partir disso, ele passou a fazer mais vídeos sobre economia, livre mercado, ideias liberais e críticas à esquerda. E ganhou popularidade nas redes sociais. Kataguiri foi escolhido pela revista Time, em outubro de 2015, como um dos jovens mais influentes do ano. Marcello Reis Em um do protestos antigoverno ocorridos em março deste ano na Avenida Paulista, ele apareceu ao lado de Alexandre Frota, enquanto o ator cantava Satisfaction, dos Rolling Stones, no alto do carro do Revoltados Online. |
| Manifestantes comemoram resultado de votação do impeachment. Veja Posted: 17 Apr 2016 07:38 PM PDT Manifestantes favoráveis ao processo de impeachment de Dilma Rousseff tomaram a avenida Paulista neste domingo Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo Por volta das 23h deste domingo (17), após cerca de 9 horas de debetas e votação na Câmara dos Deputados, a oposição ao governo de Dilma Rousseff consgeguiu os 342 votos necessários para dar continuidade ao processo de impeachment, que agora segue para o Senado. Na avenida Paulista, em São Paulo, manifestantes que realizavam ato pró-impeachment desde a manhã de hoje comemoraram o resultado. O grupo cantou o hino nacional em frente ao prédio da Fiesp. Veja: |
| Ivan Valente diz que não é possível reverter decisão no Senado Posted: 17 Apr 2016 07:20 PM PDT Ivan Valente (PSOL) - 800 Gustavo Lima/18.11.2015/Câmara dos Deputados "Eu acho que não é possível reverter no Senado porque os partidos reclamaram questão", disse o parlamentar. O deputado criticou o envolvimento de líderes do PMDB na Operação Lava Jato e disse que o nome do vice-presidente, Michel Temer, não tem respaldo da sociedade. "Ele, Temer, também é rejeitado. Vamos viver o momento do impasse e o PSOL se declara em oposição radical a esse conluio que foi feito para esse atalho de chegada ao poder", disse Valente. A ideia é unificar o discurso de que a derrota é momentânea e que o governo continuará lutando para derrotar o impeachment no Senado. O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), já deu declarações neste sentido. Com a votação na Câmara encaminhando para o fim, o governo também reforçou a segurança nas proximidades do Alvorada e do Palácio do Jaburu. Um grande número de efetivo chegou há pouco no local. Dilma passou o dia no Alvorada, onde assistiu à sessão da Câmara ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros do núcleo duro do governo, como Jaques Wagner (Gabinete Pessoal). Ela escalou o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, para dar uma declaração à imprensa após a votação ser encerrada. |
| Diante da crise econômica, novo governo terá dificuldades para fazer ajustes Posted: 17 Apr 2016 07:11 PM PDT Michel Temer terá dificuldade para avançar com reformas econômicas importantes para o País FolhaPress Após o avanço do processo de impeachment na Câmara dos Deputados neste domingo (17), aumentaram as esperanças de que um novo governo possa combater a inflação de dois dígitos registrada no ano passado e reduzir o déficit fiscal de quase 11% do Produto Interno Bruto (PIB) levaram a uma valorização dos ativos brasileiros nos mercados financeiros nas últimas semanas. Mas o responsável por coordenar o programa econômico de Michel Temer, Wellington Moreira Franco, disse à Reuters que não haverá cortes em programas sociais-chave, como o Bolsa Família. Fontes com conhecimento do cenário político afirmam que a alta nos mercados financeiros superestima a capacidade de Temer realizar as reformas necessárias para reativar a economia em um Congresso dividido entre 28 partidos. "Existe um exagero no mercado", disse Samuel Pessoa, economista que foi conselheiro de Aécio na campanha eleitoral de 2014 contra Dilma. "As pessoas estão superestimando a capacidade de um governo Temer de arrumar a casa." Pessoas que trabalharam próximas a Temer afirmam que ele se concentrará em medidas mais imediatas e moderadas para retomar a confiança, em vez de buscar reformas mais ambiciosas e polêmicas. Imprensa mundial destaca votação sobre impeachment de Dilma Para analistas, com Dilma ou com Temer, ajuste da economia será duro "O foco dele vai ser estabilizar a economia, transmitir credibilidade externa para recuperar a nota de crédito e reverter o ciclo de desemprego e inflação", disse Thiago de Aragão, um estrategista político que trabalhou com Temer no ano passado. Um economista que participou da elaboração da "Ponte para o Futuro" disse que o PMDB está trabalhando em um plano para os programas sociais, mas ficará distante de propostas específicas para evitar a irritação da classe trabalhadora antes das eleições presidenciais em 2018. "É um documento muito geral. Se for muito específico, será interpretado como redução de benefícios, o que é politicamente sensível", declarou o economista, que pediu para não ser identificado para que pudesse falar livremente. O economista disse que outro item que pode estar na agenda do PMDB é aprofundar o plano de 15 bilhões de dólares em vendas de ativos da Petrobras para incluir a privatização de outras subsidiárias, incluindo a Transpetro e a BR Distribuidora, para evitar um custoso resgate governamental. Isso, no entanto, deve enfurecer sindicatos e o PT, que já se opõem a desinvestimentos da estatal. Quaisquer tentativas de reformar benefícios previdenciários e trabalhistas também devem gerar protestos e as tensões podem explodir se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva for preso na Lava Jato. "Vai ser complicado nas ruas, especialmente se o Ministério Público atuar contra o Lula", disse o cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília (UnB). "Recuperar a economia vai ser uma missão quase impossível para Temer." |
| Veja quais são os próximos passos do processo de impeachment de Dilma Rousseff Posted: 17 Apr 2016 07:10 PM PDT Primeira votação no Senado deve ocorrer entre 10 e 11 de maio Dida Sampaio/Estadão Conteúdo Com a aprovação da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff pelos deputados federais, neste domingo (17), o Senado terá pouco mais de dez dias úteis para definir se a presidente fica no cargo ou se deve ser afastada provisoriamente. Contando os feriados, a votação deve ocorrer entre os dias 10 e 11 de maio. O afastamento provisório ocorre caso os parlamentares considerem que há motivos para que Dilma seja processada. A partir de então, o País já começa a ser governado por Michel Temer. Mas Dilma poderá continuar morando no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidente. Quantas votações ainda são necessárias para que o processo se encerre? Pode haver eleições gerais? Dilma pode voltar? Confira abaixo as principais questões a respeito do impeachment: Quanto tempo depois da votação na Câmara, acontecerá a votação no Senado? Dilma tem condições de barrar a abertura do processo de impeachment no Senado? Caso o Senado abra o processo, Dilma já deixa de ser a presidente? Como presidente afastada, Dilma tem algum poder especial? Nesse período de afastamento de Dilma, Temer tem alguma limitação para atuar como presidente? O processo no Senado pode durar mais de 180 dias? Quais são as etapas do processo no Senado? Após o processo ser aberto, Dilma tem de apresentar sua defesa. Em princípio, o tempo para isso é de dez dias. No caso de Collor, porém, foram concedidos 20 dias. Depois, a Comissão Processante pode ouvir testemunhas e, em seguida, emite um novo parecer. O documento é levado a plenário. Caso 54 dos 81 senadores apoie a continuidade do processo, o dia da sessão decisiva é marcada. Essa última sessão é comandada pelo presidente do STF (atualmente, o presidente é Ricardo Lewandowski, mas Cármen Lúcia deve substituí-lo a partir de setembro). Para que o impeachment seja ratificado, é necessário, novamente, o apoio de 54 senadores. O que acontece com Dilma em caso de impeachment? Em algum momento, Dilma pode convocar eleições gerais? Experimente: todos os programas da Record na íntegra no R7 Play |
| Oposição conquista votos necessários contra Dilma e aprova 2º impeachment da história da Câmara Posted: 17 Apr 2016 07:07 PM PDT Sessão na Câmara teve início conturbado por protestos de parlamentares contrários e favoráveis ao governo Brazil Photo Press/Folhapress A Câmara dos Deputados autorizou a abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff neste domingo (17). Trata-se da segunda vez na história da República que o impedimento de um presidente é aprovado na Casa – o primeiro ocorreu há 23 anos, em 29 de setembro de 1992, quando o alvo foi o então presidente Fernando Collor. Agora o texto segue para o Senado Federal, que, se confirmar a decisão da Câmara em votação por maioria simples, obrigará Dilma a se afastar da Presidência por 180 dias. Nesse caso, após a aceitação do processo no Senado e enquanto a Casa julga a petista, o vice-presidente Michel Temer assume o Planalto com todos os poderes de Dilma. Para o início da sessão eram necessários 51 deputados e, para o começo da votação, 257 parlamentares — tarefas fáceis diante das circunstâncias políticas. Já para a Câmara dar o sinal verde para o andamento do processo de impeachment, eram necessários 342 votos e o "sim" derradeiro foi dado às 23h07 da tarde pelo deputado Bruno Araújo (PSDB-PE). E amanhã? Com Dilma ou Temer, Brasil ainda enfrentará momentos difíceis Veja imagens dos protestos nas ruas do Pais Antes de sair o resultado, porém, a votação foi marcada pelos ânimos exaltados. Cada parlamentar tinha 10 segundos para falar ao microfone, que não foi fechado após esse tempo e permitiu que alguns parlamentares falassem mais que o combinado. O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), até calculou o tempo extra de deslocamento e estimou em 30 segundos o tempo necessário de cada voto – foi bem além disso em alguns casos. Como são 513 deputados na Câmara, a previsão é que a votação termine às 21h. Senado Agora, o próximo passo do processo de impeachment é o Senado Federal, que vai analisar a autorização da Câmara dos Deputados. Vale lembrar que, após o "sim" da Câmara para o processo de impeachment, Dilma não é afastada imediatamente do Palácio do Planalto. Se aprovado por maioria simples e, numa segunda etapa, pela maioria qualificada dos senadores (54 dos 81 parlamentares), em sessão comandada pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Ricardo Lewandowski, Dilma deixa oficialmente o cargo e fica inelegível por oito anos. Há a possibilidade ainda de ela ser processada na Justiça comum. Por outro lado, se os senadores rejeitarem o processo de impeachment, a presidente pode voltar ao cargo e cumprir suas tarefas normalmente. Existe a previsão de que o plenário do Senado vote o processo entre os dias 10 e 11 de maio. Portanto, se aprovado o processo, ela seria intimada ainda na primeira quinzena do mês que vem e se afastaria do cargo. O impeachment de presidentes e ministros de Estado está previsto no Brasil desde a Constituição de 1891. Sua abertura é determinada pela Câmara dos Deputados, o que ocorreu em 1992 e agora em 2016. Apesar disso, nunca antes um presidente do Brasil foi efetivamente impedido, porque Fernando Collor de Melo renunciou ao cargo antes da finalização do processo. Veja como foi a votação do processo de impeachment: Leia mais notícias sobre R7 Brasil Experimente: todos os programas da Record na íntegra no R7 Play |
| Dilma convoca reunião com ministros e parlamentares no Alvorada Posted: 17 Apr 2016 06:51 PM PDT Ideia do governo é unificar o discurso de que a derrota é momentânea e que o governo continuará lutando para derrotar o impeachment no Senado Tânia Rêgo/08.04.2016/Agência Brasil Diante da iminente derrota na Câmara, a presidente Dilma Rousseff convocou uma reunião com ministros e parlamentares da base aliada no Palácio da Alvorada. Chegaram há pouco ao local os ministros Juca Ferreira (Cultura) e Aldo Rebelo (Defesa). A ideia é unificar o discurso de que a derrota é momentânea e que o governo continuará lutando para derrotar o impeachment no Senado. O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), já deu declarações neste sentido. Com a votação na Câmara encaminhando para o fim, o governo também reforçou a segurança nas proximidades do Alvorada e do Palácio do Jaburu. Um grande número de efetivo chegou há pouco no local. Dilma passou o dia no Alvorada, onde assistiu à sessão da Câmara ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros do núcleo duro do governo, como Jaques Wagner (Gabinete Pessoal). Ela escalou o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, para dar uma declaração à imprensa após a votação ser encerrada. O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), acaba de admitir a derrota do governo na votação da admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Segundo Guimarães, a derrota é "provisória", e o governo tem ainda a chance de reverter a situação no Senado com a ajuda das ruas. "Perdemos porque os golpistas foram mais fortes. Reconhecemos a derrota, mas de cabeça erguida. Estamos firmes, e este país vai se levantar contra esses golpistas que não têm voto, e muito menos condições de governar o país", disse o líder do governo. Guimarães adiantou que a estratégia dos governistas será, em um primeiro momento, concentrar esforços no Senado, e, com a ajuda do ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, acionar também o Judiciário. "Os golpistas venceram aqui na Câmara, mas a luta continua nas ruas e no senado, que pode corrigir essa ação dos golpistas que foram capitaneados por aqueles que não têm autoridade moral para falar em ética", afirmou Guimarães. Para o deputado, reconhecer essa derrota provisória não significa dizer que a luta terminou. "A guerra não terminou. Vamos agora discutir o mérito no Senado Federal." "Nossas expectativas são de que o país se levante e continue a lutar. Não somos de recuar, ou nos abater por esta derrota momentânea. As ruas estão conosco e temos condições de virar o jogo no Senado. O mundo inteiro começa a se mobilizar. Não é possível aprovar impedimento de uma presidenta que não cometeu nenhuma ilegalidade. É um desrespeito a 54 milhões de pessoas que votaram na presidenta. A luta está apenas começando. A guerra será lenta, gradual, segura e prolongada, até porque o vice-presidente [Michel] Temer não reúne a menor condição de comandar o país", afirmou o líder. Guimarães acrescentou que, assim que o processo for concluído, vai se encontrar com a presidenta "para dar um abraço nessa mulher valente que é a presidenta Dilma". |
| Líder do governo na Câmara admite derrota na votação do impeachment de Dilma Posted: 17 Apr 2016 06:22 PM PDT José Guimarães (PT-CE) reconheceu a derrota do governo hoje Alex Ferreira/24.11.2015/Câmara dos Deputados O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), reconheceu a derrota do governo na votação do processo de impeachment da presidente DIlma Rousseff na Casa neste domingo (17). A declaração do petista foi dada antes do fim da votação na Câmara, quando o placar pró-impeachment se aproximava dos 300 votos. O deputado disse que os governistas perderam porque os "golpistas" comandados por Eduardo Cunha (PMDB-RJ) "foram mais fortes". -- Infelizmente os golpistas venceram, mas a guerra continua. Guimarães disse que a militância do partido deverá ir para as ruas e avisou que o esforço para derrubar o impeachment no Senado já começou. |
| Bolsonaro diz que não vai processar Jean Wyllys após cusparada Posted: 17 Apr 2016 06:13 PM PDT Jair Bolsonaro não pretende processar Wyllys após cusparada Nilson Bastian/10.12.2014/Câmara dos Deputados O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse neste domingo (27) que não pretende processar o colega de Câmara e também deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), depois que levou uma cusparada durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Casa. Bolsonaro disse que o "encaminhamento" do seu voto não agradou o socialista, que revidou. Conhecido por seu perfil conservador, Bolsonaro disse que "todo mundo gravou, aconteceu logo após a votação dele". Em seguida, disse que não fez nada: "Eu não xinguei, não empurrei ninguém, ele cuspiu e foi embora". -- O que todo mundo estava falando ali era sobre o processo. Ele saiu revoltado dali... O meu encaminhamento não o agradou, porque falei do coronel Brilhante Ustra, um herói brasileiro, que a Dilma diz que foi torturador, falei em falta de respeito com as crianças em sala de aula. Bolsonaro afirmou que "Jean Wyllys apoiou o kit gay" e "tem projeto para criancinhas a partir 12 anos cortar o piu-piu, fazendo aí a cirurgia de sexo para virar menina, sem o consentimento dos pais... é essa figura que está aqui dentro". -- Alguém queria encontrar o filho de 12 ou 13 anos com o piu-piu cortado em casa ou operado por um projeto do Jean Wyllys? Não, né. Questionado se iria processar o colega de Câmara, Bolsonaro disse que não: "Eu vou me defender o que? O cara dá uma cusparada em mim e eu ainda tenho que me defender? Só falta ele querer me processar ainda". -- É um desqualificado, nunca vi ter uma atitude dessas aqui dentro. Daí me chamam de grosso, homofóbico, facista etc. Estamos tendo uma disputa no voto. O governo tentou comprar muito voto, mas não conseguiu. Nós aqui foi no voto, foi na democracia. Jean Wyllys confirmou que cuspiu em Bolsonaro porque, quando foi votar, foi agarrado pelo braço e insultado após seu voto. Por isso, afirmou que cuspiria de novo e que não tem medo de processo. |
| "Que Deus tenha misericórdia desta Nação", diz Cunha ao votar pelo impeachment Posted: 17 Apr 2016 05:59 PM PDT O voto de Cunha foi o de número 229 em favor do afastamento de Dilma Lucio Bernardo Jr./08.04.2016/Câmara dos Deputados O voto de Cunha foi o de número 229 em favor do afastamento de Dilma. Em julho do ano passado - após o delator da Operação Lava Jato Júlio Camargo afirmar que Cunha recebeu US$ 5 milhões de propina em contrato da Petrobras -, o peemedebista anunciou rompimento com o governo e passou a apregoar o desembarque do PMDB da base aliada, o que se concretizou meses depois. Em dezembro do ano passado, Cunha aceitou o pedido de impeachment de Dilma no mesmo dia em que petistas anunciaram voto contrário a ele no Conselho de Ética. O fato levou o governo e a base aliada a dizerem que o peemedebista havia aceitado o processo por vingança. |
| Deputado Jean Wyllys cospe em Jair Bolsonaro Posted: 17 Apr 2016 05:42 PM PDT Jean Wyllys cospe em Jair Bolsonaro durante votação na Cãmara dos Deputados Alan Marques/Folhapress Parlamentares seguraram os dois deputados, que pareciam trocar ofensas. O deputado Jean Wyllys disse estar "constrangido" de participar de uma "eleição indireta, conduzida por um ladrão, urdida por um traidor conspirador e apoiada por torturadores covardes, analfabetos políticos e vendidos. Uma farsa sexista". Ele declarou seu voto contra o impeachment em nome "dos direitos da população LGBT, do povo negro exterminado nas periferias, dos trabalhadores da cultura, dos sem teto, dos sem terra". Jean Willys (PSOL-RJ) confirmou ter cuspido na cara de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) em resposta a um insulto durante a votação e disse não se arrepender do gesto. "Na hora em que fui votar esse canalha (Bolsonaro) decidiu me insultar na saída e tentar agarra meu braço. Ele ou alguém que estivesse perto dele. Quando ouvi o insulto eu devolvi, cuspi na cara dele que é o que ele merece", explicou Willys. Indagado se teria sido se arrependido do gesto, ele respondeu: "De jeito nenhum. Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu quisesse e quantas vezes tivesse vontade". O deputado disse não temer um processo por causa do gesto. "Processo merece quem é machista, que é a favor da violência, quem defende a memória (do coronel Carlos Alberto) Brilhante Ustra, um torturador. Isso deveria escandalizar vocês, não um cuspe na cara de um canalha", justificou. "Depois de anunciar o meu voto NÃO ao golpe de estado de Cunha, Temer e a oposição de direita, o deputado fascista viúva da ditadura me insultou, gritando 'veado', 'queima-rosca', 'boiola' e outras ofensas homofóbicas e tentou agarrar meu braço violentamente na saída. Eu reagi cuspindo no fascista. Não vou negar e nem me envergonhar disso. É o mínimo que merece um deputado que "dedica" seu voto a favor do golpe ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-CODI do II Exército durante a ditadura militar. Não vou me calar e nem vou permitir que esse canalha fascista, machista, homofóbico e golpista me agrida ou me ameace. Ele cospe diariamente nos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. Ele cospe diariamente na democracia. Ele usa a violência física contra seus colegas na Câmara, chamou uma deputada de vagabunda e ameaçou estuprá-la. Ele cospe o tempo todo nos direitos humanos, na liberdade e na dignidade de milhões de pessoas. Eu não saí do armário para o orgulho para ficar quieto ou com medo desse canalha." |
| Tiririca nega ter decidido voto pró-impeachment na última hora: 'é voto do coração' Posted: 17 Apr 2016 04:52 PM PDT "Meu voto é sim", disse Tiririca em voto breve Divulgação Mantendo voto em segredo até a última hora, o deputado Tiririca (PR-SP) levantou aplausos dos deputados da oposição, maioria no plenário da Câmara, quando votou "sim" para o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Econômico nos dez segundos a que tinha direito para votar, disse apenas: — Meu voto é sim. O deputado, que não gosta de dar entrevistas, deixou o plenário em direção à saída do prédio às 20h15, quando a votação ainda não tinha chegado nem à metade dos deputados. No corredor, conversou com a reportagem do R7. Questionado se tinha decidido o voto de última hora, negou. — Meu voto é com o coração. Você é que não sabia, mas eu já sabia. O PR (Partido Republicano), legenda de Tiririca, havia se posicionado contra o impeachment. No entanto, ao orientar a bancada neste domingo, o líder, deputado Aelton Freitas (MG), admitiu na tribuna as dissidências e os votos favoráveis à continuidade do processo. Disse ainda que os dissidentes serão respeitados pelo partido. Ou seja, não sofreram punições como a expulsão. Ao votar, o presidente do partido, deputado Alfredo Nascimento (PR-AM), renunciou à presidência por respeito à Executiva, que havia fechado o posicionamento contra o impeachment. Nascimento votou a favor do impedimento. O PR é da base dos governos petistas e Nascimento foi ministro dos Transportes no governo Lula. |
| Oposição já ensaia comemoração na votação do impeachment de Dilma na Câmara Posted: 17 Apr 2016 04:13 PM PDT Carlos Sampaio não escondeu o otimismo com a provável vitória Gustavo Lima/29.09.2015/Câmara dos Deputados A oposição já ensaia o discurso e a comemoração da vitória na votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff neste domingo (17). São necessários 342 votos, pelo menos, para os oposicionistas vencerem a disputa e, como já têm mais da metade disso, o clima é de otimismo na Câmara dos Deputados. O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) tentou despistar o sentimento de vitória e disse que "ainda falta muito". O tucano comemorou os votos de deputados que tinham declarado "não" ao impeachment e mudaram de lado na última hora. Com isso, estima que a oposição terá mais de 367 votos, como eles haviam previsto. -- O que está acontecendo é que estamos vendo votos que pensávamos que fossem desfavoráveis a nós e estão sendo favoráveis. Por enquanto, as mudanças são e quatro a cinco votos favoráveis a nós. Eram deputados que achávamos eram votos "não". Então, tem a expectativa que tenhamos mais que os 367 votos, cálculo conservador que fizemos hoje de manhã. Logo depois, porém, admitiu que "a vitória está muito bem encaminhada, mas precisamos aguardar e aí sim ter a certeza de que tivemos um desfecho positivo para o País". O deputado Paulo Maluf (PP-SP) fez piada com o tempo que os deputados usaram para votar -- definido em 10 segundos pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo CUnha (PMDB-RJ). -- Teve gente que preferiu fazer um comício ao invés de votar. Questionado se a oposição já tinha vencido a batalha na Câmara, adotou tom conservador: "Vamos esperar até o fim". |
| Deputado renuncia à presidência do PR para votar a favor do impeachment Posted: 17 Apr 2016 04:08 PM PDT Durante a votação em plenário, o deputadp anunciou a renúncia ao comando da legenda — que havia decidido liberar a bancada em relação ao pedido José Cruz/ABr Demitido pela presidente Dilma Rousseff em 2011 do Ministério dos Transportes sob suspeita de corrupção, o presidente do PR e deputado federal, Alfredo Nascimento (PR-AM), teve seu momento de se vingar da petista. Durante a votação em plenário, ele anunciou a renúncia ao comando da legenda — que havia decidido liberar a bancada em relação ao pedido — e se manifestou contra Dilma. "Em respeito ao meu partido, aos meus colegas parlamentares, quero comunicar esta Casa que renuncio ao mandato de presidente do Partido da República por dar o meu voto de forma diferente", disse Alfredo. "Meu voto pertence ao povo do Amazonas e, majoritariamente, o povo do meu estado vota pelo impeachment", afirmou. Ao declarar o "voto sim", o deputado do PR disse que seu voto pertence ao "povo de Amazonas" e destacou que ele tem mais de 30 anos de vida pública. No Placar do Impeachment do Grupo Estado, Alfredo Nascimento era um dos deputados que não quiseram responder à pesquisa. |
| Líder diz que governo vai derrubar impeachment na metade da votação Posted: 17 Apr 2016 02:34 PM PDT Último parlamentar a discursar antes da votação da abertura de processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE) disse que as ruas estão majoritariamente contra o golpe e contra o impeachment. Guimarães acredita que o governo vencerá a votação de hoje (17), que começou por volta de 17h50, quando chegar aos deputados dos estados do Nordeste. "Teremos mais de 172 votos para derrotar o impeachment, do meio pro fim [da votação] vamos virar o jogo porque o país esta comprometido com a liberdade da democracia." Imprensa mundial destaca votação sobre impeachment de Dilma Senadores da oposição já discutem tramitação do impeachment no Senado O líder disse acreditar na vitória do governo na votação, confiando no apoio de partidos como PSOL e Rede. "Mesmo fazendo oposição ao governo, [esses partidos] não se renderam ao canto da sereia", disse. O líder do governo criticou o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) e disse que o documento é um "golpe mortal na democracia e não tem base jurídica para sustentar a decisão política". Para Guimarães, o impeachment não é o caminho para sair da crise e não se pode aceitar que o vice-presidente da República, Michel Temer, capitaneie um "processo de golpe de Estado". O líder do governo disse ainda que, para resolver a crise moral instalada no país, será preciso primeiro passar a Câmara dos Deputados a limpo. O petista criticou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e apelou aos parlamentares do PMDB que apoiam a presidenta Dilma para votarem contra o impeachment. "Vocês não podem compactuar com isso porque o legado de vocês é diferente desses golpistas. Esse ódio de alguns não pode contaminar a consciência coletiva", disse. |
| Lula deixa Alvorada e deve acompanhar votação na Câmara em hotel Posted: 17 Apr 2016 02:32 PM PDT Lula deverá acompanhar a votação sobre o impeachment do hotel Royal Tulip Divulgação/Instituto Lula Após retornar a Brasília e passar toda a manhã e parte da tarde com a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou na tarde deste domingo (17), o Palácio da Alvorada e deverá acompanhar a votação sobre a admissibilidade do impeachment do hotel Royal Tulip, onde está hospedado. Pouco antes das 17 horas, o carro de Lula retornou vazio ao Palácio. Minutos depois, dois veículos oficiais, também pela porta dos fundos, entraram no hotel onde o ex-presidente se hospeda, o Royal Tulip, vizinho à residência de Dilma. Em lados opostos na votação deste domingo na Câmara sobre o impeachment da presidente Dilma, tanto a petista quanto seu vice Michel Temer, receberam aliados neste domingo em suas residências oficiais em Brasília, onde acompanham de longe, pela TV, os discursos dos parlamentares no Congresso. No Palácio da Alvorada, Dilma, os ministros Miguel Rosetto (Trabalho e Previdência), Antonio Carlos Rodrigues (Transportes) Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) e Jaques Wagner (chefe de gabinete da presidência). Já no Palácio do Jaburu, Temer acompanha a votação na Câmara ao lado do ex-ministro Eliseu Padilha (PMDB-RJ), um de seus principais articuladores. Temer também recebeu o líder da legenda no Senado, Eunício Oliveira (CE), que deixou a casa oficial do vice-presidente momentos antes da hora marcada para o começo da votação do impeachment de Dilma. Do lado de fora, a movimentação é de seguranças, que reforçaram a vigília e ampliaram o bloqueio para impedir o acesso aos dois palácios, e de jornalistas. Alguns poucos manifestantes, de carro, chegam a se aproximar do bloqueio, onde buzinam e gritam palavras de ordem contra a presidente, mas logo vão embora. |
| Apreensiva, Dilma acompanha votação do impeachment no Alvorada ao lado de ministros Posted: 17 Apr 2016 02:19 PM PDT Dilma está reunida desde cedo com seus auxiliares mais próximos no Alvorada Tânia Rêgo/08.04.2016/Agência Brasil A presidente Dilma Rousseff está no Palácio da Alvorada ao lado de vários ministros, acompanhando o desenrolar da sessão do plenário da Câmara que definirá se o seu impeachment será o não aprovado. Se a votação terminar tarde, de acordo com interlocutor direto da presidente, em vez de dar uma declaração ao vivo, Dilma divulgará uma nota se posicionando sobre o placar. Dilma está reunida desde cedo com seus auxiliares mais próximos no Alvorada. O ex-presidente Luiz Inácio da Silva, que voltou de São Paulo perto da hora do almoço e se reuniu com a presidente no Alvorada, já deixou o local. Manifestantes pró e contra impeachment saem às ruas por todo País Neste momento, Dilma está com os ministros Jaques Wagner, do gabinete pessoal, José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União, Miguel Rossetto, do Trabalho e o assessor especial Giles Azevedo. O ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, esteve lá até há pouco. Os governadores do Ceará, Camilo Santana, do Amapá, Waldez Góes, e do Acre, Tião Viana. O clima é de apreensão. A maior preocupação do governo, no momento, é com o quórum alto, que estava em 505 dos 513 deputados. O governo trabalhava com a falta de pelo menos 20 deputados, mas contava com até um pouco mais, pelas suas negociações, podendo chegar até a 30. |
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